História

Fundado em 25/01/2010, pelos irmãos Canabrava, então como Cabrito Futebol Clube, o Cabrito Sporting é um clube pernambucano novo, porém promissor.

Seu primeiro presidente, Astrogildo Canabrava, aproveitou o CT onde o Sindicato dos Cachaceiros de Pernambuco - atual patrocinador do clube - batia uma bola e tomava umas e investiu forte para a construção do Estádio Moreirão, que a princípio comportava apenas 12.000 pessoas. Com a adesão de membros do Sindicato como sócios e cachaceiros de Pernambuco em geral que simpatizavam com a causa (e com o time), aos poucos o Cabrito, que só figurava na VII divisão do HT começou a disputar pra valer. Na temporada 30, perdeu a vaga de acesso por muito pouco, ficando em 3º colocado.

A História começa a mudar quando o novo presidente, Austriclínio Canabrava, irmão do presidente fundador, resolve bancar contratações do próprio bolso e investir no estádio. Nessa nova empreitada, vêm nomes do exterior como Hopfenspirger, Crevoisier e Serralabós, entre outros, que deram um toque a mais de qualidade no elenco, que já contava com craques como Gilson Feitosa e Gilmar Zampieri, até hoje ídolo da torcida.

Não deu outra: com uma bela campanha, os cabritos sagraram-se vice-campeões da VII divisão, festa comemorada pela alegre e embriagada torcida, freqüentemente regada a Pitú, Chopp e Vodka. Se depender dessa animação, a cabritada ainda vai longe!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Técnico Cornélio Pinto concede entrevista exclusiva ao Site Oficial

Após o treino da tarde desta quinta-feira, o técnico do Cabrito Sporting, Cornélio Pinto, concedeu uma entrevista exclusiva ao Site Oficial e falou sobre jogadores, transferências e expectativas para a temporada. Confira:

Site Oficial: Professor Pinto, há rumores nos bastidores de que o Cabrito ainda está procurando se reforçar para o Campeonato da VI divisão. Essa informação procede?
Cornélio Pinto: Esse assunto eu deixo para o Diretor de Futebol, Jacinto Leite Aquino Rêgo, responder. Até por que, mesmo que estivéssemos a procura de reforços, divulgar isso só prejudicaria as negociações. Na temporada passada, durante o campeonato, quando vislumbramos que tínhamos chances de subir, contratamos e deu certo, as peças foram fundamentais para o acesso e acredito que darão conta do recado também nessa temporada.

SO: Quais as reais chances e expectativas que o clube tem para essa temporada?
CP: Precisamos nos manter nessa divisão. A princípio, não cair seria maravilhoso. E se for com o time atual, ainda melhor, pois precisamos de caixa.

SO: Qual o setor que o senhor considera o mais forte e o mais fraco no elenco atual?
CP: Todos os setores estão nivelados. Temos um elenco comprometido com nossos objetivos e é isso que mais importa.


SO: O patrocinador do Cabrito, o SINCAPE, quer que os jogadores participem das Olimpíadas do SINCAPE, com provas que envolvem muita birita, como Resistência etílica, Vômito a Distância, entre outros. Recentemente, o atacante Serralabós saiu da concentração pro bordel, chegou embriagado e foi recebido com mais festa. Isso não prejudica o desempenho da equipe em campo?
CP: É claro que não prejudica, mantém o grupo unido, promove o patrocinador, ajuda na criatividade em campo e, como se não fosse o suficiente, a cerveja e o vinho são alimentos que contém bastante nutrientes. Não temos do que reclamar em relação a isso, até por que muitos jogadores já eram membros do Sindicato antes da profissionalização.

SO: O senhor tem acompanhado os juniores? Há alguma boa revelação para breve?
CP: Sempre estou de olho na garotada. Alguns já têm 18 anos, então podemos inclusive sair pra tomar umas. Temos excelentes prospectos nas divisões de base, como o Ulderico Lins Borges, Cláudio Cavalcanti, José Arnaldo Leal, Aramis Napa... tem o Bino Muniz Gomes também... Não prometo nem adianto nada, mas alguns deles certamente serão promovidos para a equipe principal, porém precisamos ter paciência, de nada adianta nos precipitarmos, pois eles precisam desenvolver todo o potencial possível ainda nas categorias de base. Tanto os potenciais atléticos quanto os potenciais etílicos.

SO: Como está o clima do elenco, que ainda não venceu no campeonato?
CP: A melhor partida que esse time jogou em toda a carreira deles foi aquela da estréia, mas o placar não saiu do zero. Foram lances incríveis, 80% da posse de bola nos dois tempos... Mas futebol é assim. O importante é que o grupo está consciente e unido, se depender de força de vontade, atingiremos nossos objetivos.

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