História

Fundado em 25/01/2010, pelos irmãos Canabrava, então como Cabrito Futebol Clube, o Cabrito Sporting é um clube pernambucano novo, porém promissor.

Seu primeiro presidente, Astrogildo Canabrava, aproveitou o CT onde o Sindicato dos Cachaceiros de Pernambuco - atual patrocinador do clube - batia uma bola e tomava umas e investiu forte para a construção do Estádio Moreirão, que a princípio comportava apenas 12.000 pessoas. Com a adesão de membros do Sindicato como sócios e cachaceiros de Pernambuco em geral que simpatizavam com a causa (e com o time), aos poucos o Cabrito, que só figurava na VII divisão do HT começou a disputar pra valer. Na temporada 30, perdeu a vaga de acesso por muito pouco, ficando em 3º colocado.

A História começa a mudar quando o novo presidente, Austriclínio Canabrava, irmão do presidente fundador, resolve bancar contratações do próprio bolso e investir no estádio. Nessa nova empreitada, vêm nomes do exterior como Hopfenspirger, Crevoisier e Serralabós, entre outros, que deram um toque a mais de qualidade no elenco, que já contava com craques como Gilson Feitosa e Gilmar Zampieri, até hoje ídolo da torcida.

Não deu outra: com uma bela campanha, os cabritos sagraram-se vice-campeões da VII divisão, festa comemorada pela alegre e embriagada torcida, freqüentemente regada a Pitú, Chopp e Vodka. Se depender dessa animação, a cabritada ainda vai longe!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Torcida Cabrito Chupando Manga protesta em frente ao CT do SINCAPE

O treino desta segunda-feira teria sido mais um treino comum caso não tivesse surgido um grupo de aproximadamente 20 membros da Torcida Cabrito Chupando Manga protestando em frente ao CT do SINCAPE com faixas e cartazes de repúdio à pífia campanha do time no Campeonato da VI Divisão.

Com palavras fortes estampadas nos cartazes e faixas, como "Queremos um time decente, caba véi!!", ou "Cachaça sem futebol não dá!", entre outros, eles bradavam gritos de amor pelo clube e também rolou muito chororô. O líder da torcida, Omar Tador, estava presente, mas de tão embriagado mal conseguia falar.

A equipe ouviu os protestos e parou o coletivo por alguns instantes, e o que se viu foi inusitado, pois os jogadores começaram a aplaudir os torcedores revoltados. O atacante Teodósio Marin até se juntou aos cabritos, tomando uma golada de Pitú antes de voltar ao treino.

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