Equipe entrou com cautela frente ao Atlético União e assegurou o resultado que lhe era de interesse
O Cabrito Sporting está na próxima fase do Campeonato Pernambucano. O Atlético União precisava dos três pontos para a classificação, enquanto ao Cabrito bastava um empate. O jogo truncado das duas equipes, contudo, facilitou a vida do tricolor, pois durante o jogo inteiro foram poucas chances de gol. O que se viu foi prioridade na marcação, inclusive por parte do Atlético, que precisava da vitória.
A melhor chance de gol no jogo foi resultante de um cruzamento de Gilson Feitosa em que Teodósio Marin recebeu no peito e tocou com o bico do pé, entre dois zagueiros, na altura da linha do pênalti, com a bola tirando tinta da trave. O goleiro adversário nada podia fazer e apenas acompanhou o lance com os olhos e torceu para que a pelota fosse pra fora.
O confronto das quartas será contra o Sem Futuro, que assegurou a 2ª colocação no grupo B, mas por ter melhor campanha jogará em seus domínios. O Cabrito classificou-se na 2ª colocação do grupo A, mesmo tendo perdido um jogo por W.O. Para o técnico Cornélio Pinto, "vamos comemorar a classificação mas ainda não estamos satisfeitos... a intenção do clube é subir à segunda divisão e teremos um adversário muito duro pela frente".
História
Fundado em 25/01/2010, pelos irmãos Canabrava, então como Cabrito Futebol Clube, o Cabrito Sporting é um clube pernambucano novo, porém promissor.
Seu primeiro presidente, Astrogildo Canabrava, aproveitou o CT onde o Sindicato dos Cachaceiros de Pernambuco - atual patrocinador do clube - batia uma bola e tomava umas e investiu forte para a construção do Estádio Moreirão, que a princípio comportava apenas 12.000 pessoas. Com a adesão de membros do Sindicato como sócios e cachaceiros de Pernambuco em geral que simpatizavam com a causa (e com o time), aos poucos o Cabrito, que só figurava na VII divisão do HT começou a disputar pra valer. Na temporada 30, perdeu a vaga de acesso por muito pouco, ficando em 3º colocado.
A História começa a mudar quando o novo presidente, Austriclínio Canabrava, irmão do presidente fundador, resolve bancar contratações do próprio bolso e investir no estádio. Nessa nova empreitada, vêm nomes do exterior como Hopfenspirger, Crevoisier e Serralabós, entre outros, que deram um toque a mais de qualidade no elenco, que já contava com craques como Gilson Feitosa e Gilmar Zampieri, até hoje ídolo da torcida.
Não deu outra: com uma bela campanha, os cabritos sagraram-se vice-campeões da VII divisão, festa comemorada pela alegre e embriagada torcida, freqüentemente regada a Pitú, Chopp e Vodka. Se depender dessa animação, a cabritada ainda vai longe!
Seu primeiro presidente, Astrogildo Canabrava, aproveitou o CT onde o Sindicato dos Cachaceiros de Pernambuco - atual patrocinador do clube - batia uma bola e tomava umas e investiu forte para a construção do Estádio Moreirão, que a princípio comportava apenas 12.000 pessoas. Com a adesão de membros do Sindicato como sócios e cachaceiros de Pernambuco em geral que simpatizavam com a causa (e com o time), aos poucos o Cabrito, que só figurava na VII divisão do HT começou a disputar pra valer. Na temporada 30, perdeu a vaga de acesso por muito pouco, ficando em 3º colocado.
A História começa a mudar quando o novo presidente, Austriclínio Canabrava, irmão do presidente fundador, resolve bancar contratações do próprio bolso e investir no estádio. Nessa nova empreitada, vêm nomes do exterior como Hopfenspirger, Crevoisier e Serralabós, entre outros, que deram um toque a mais de qualidade no elenco, que já contava com craques como Gilson Feitosa e Gilmar Zampieri, até hoje ídolo da torcida.
Não deu outra: com uma bela campanha, os cabritos sagraram-se vice-campeões da VII divisão, festa comemorada pela alegre e embriagada torcida, freqüentemente regada a Pitú, Chopp e Vodka. Se depender dessa animação, a cabritada ainda vai longe!
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