Emocionante. Assim pode ser definida a partida amistosa contra a equipe angolana desta terça-feira
O Cabrito entrou na partida amistosa contra o Peterman, de Luanda, sem muitas pretensões. Com vários reservas, a equipe estava no intuito de adquirir ritmo de jogo, com o técnico Cornélio Pinto observando alguns jogadores em posições diferentes das quais estão acostumados. Tudo indicava que seria uma partida morna, sem muita empolgação.
Ledo engano. O Cabrito levou o primeiro gol aos 31 minutos, com Simon Maltessen, após o tricolor perder boas chances de abrir o placar. Depois do gol, os tricolores foram mais bem-sucedidos nas investidas e partiram com tudo para cima dos angolanos. A reação começou com Roli Crevoisier, após uma fantástica assistência vinda da esquerda que foi finalizada com muito estilo pelo zagueiro-artilheiro.
Quando a equipe africana tentou reagir, o Cabrito encaixou um contra-ataque perfeito, com lançamento de Gilson Feitosa e finalizado novamente por Crevoisier, que costuma subir com freqüência e eficiência ao ataque. No segundo tempo, o Cabrito voltou mais contido, mas ainda assim era perigoso nos contra-ataques. O gol que deixou o placar em 3 a 1 foi o resultado de um contra-ataque primoroso do Cabrito, que deixou Tomeu Serralabós livre para invadir o miolo de zaga adversário e encobrir o goleiro, marcando um verdadeiro golaço.
Aí veio o cançaso. Nos últimos quinze minutos de jogo, os reservas, sem ritmo de jogo, não conseguiam mais acompanhar as investidas dos angolanos. O Peterman acabou marcando aos 81 minutos, novamente com Maltesen, num lance em que o veterano de 38 anos Janosch Broch não tinha mais pernas para acompanhar os velozes atacantes africanos. O tiro de misericórdia veio faltando 5 minutos para o fim do jogo, desta vez pelos pés de Giuseppe Colluto. A partida estava indo para a prorrogação, com a regra do gol de ouro.
O Cabrito tentou levar a partida aos pênaltis, devido ao desgaste físico, mas de nada adiantou. Novamente ele, Simon Maltesen completou para as redes e foi o herói do Peterman, marcando o tento que finalizaria a partida. De bom, o ímpeto mostrado pelos cabritos na maior parte do jogo. De ruim, o preparo físico, que ainda está deixando muito a desejar.
História
Fundado em 25/01/2010, pelos irmãos Canabrava, então como Cabrito Futebol Clube, o Cabrito Sporting é um clube pernambucano novo, porém promissor.
Seu primeiro presidente, Astrogildo Canabrava, aproveitou o CT onde o Sindicato dos Cachaceiros de Pernambuco - atual patrocinador do clube - batia uma bola e tomava umas e investiu forte para a construção do Estádio Moreirão, que a princípio comportava apenas 12.000 pessoas. Com a adesão de membros do Sindicato como sócios e cachaceiros de Pernambuco em geral que simpatizavam com a causa (e com o time), aos poucos o Cabrito, que só figurava na VII divisão do HT começou a disputar pra valer. Na temporada 30, perdeu a vaga de acesso por muito pouco, ficando em 3º colocado.
A História começa a mudar quando o novo presidente, Austriclínio Canabrava, irmão do presidente fundador, resolve bancar contratações do próprio bolso e investir no estádio. Nessa nova empreitada, vêm nomes do exterior como Hopfenspirger, Crevoisier e Serralabós, entre outros, que deram um toque a mais de qualidade no elenco, que já contava com craques como Gilson Feitosa e Gilmar Zampieri, até hoje ídolo da torcida.
Não deu outra: com uma bela campanha, os cabritos sagraram-se vice-campeões da VII divisão, festa comemorada pela alegre e embriagada torcida, freqüentemente regada a Pitú, Chopp e Vodka. Se depender dessa animação, a cabritada ainda vai longe!
Seu primeiro presidente, Astrogildo Canabrava, aproveitou o CT onde o Sindicato dos Cachaceiros de Pernambuco - atual patrocinador do clube - batia uma bola e tomava umas e investiu forte para a construção do Estádio Moreirão, que a princípio comportava apenas 12.000 pessoas. Com a adesão de membros do Sindicato como sócios e cachaceiros de Pernambuco em geral que simpatizavam com a causa (e com o time), aos poucos o Cabrito, que só figurava na VII divisão do HT começou a disputar pra valer. Na temporada 30, perdeu a vaga de acesso por muito pouco, ficando em 3º colocado.
A História começa a mudar quando o novo presidente, Austriclínio Canabrava, irmão do presidente fundador, resolve bancar contratações do próprio bolso e investir no estádio. Nessa nova empreitada, vêm nomes do exterior como Hopfenspirger, Crevoisier e Serralabós, entre outros, que deram um toque a mais de qualidade no elenco, que já contava com craques como Gilson Feitosa e Gilmar Zampieri, até hoje ídolo da torcida.
Não deu outra: com uma bela campanha, os cabritos sagraram-se vice-campeões da VII divisão, festa comemorada pela alegre e embriagada torcida, freqüentemente regada a Pitú, Chopp e Vodka. Se depender dessa animação, a cabritada ainda vai longe!
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